As juventudes buscam ser sinal de esperança e luta pela defesa da vida dos povos da Amazônia

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No seminário Caminhos Amazônicos de Formação (CAF), Mais de 30 jovens de sete países da Panamazônia (Bolívia, Brasil, Colômbia, Guiana Inglesa, Equador, Peru e Venezuela) participaram da atividade. A pluralidade de culturas e idiomas – português, espanhol e inglês, além de várias línguas indígenas – enriqueceu os debates e as partilhas entre os participantes. A atividade foi coordenada pelo grupo de juventudes do Eixo Formação e Métodos Pastorais da Rede Eclesial Panamazônica (REPAM).

O objetivo do Seminário foi promover o acompanhamento da vida e missão dos jovens que vivem em diversas realidades dos países que compõem o território panamazônico, além de ser instrumento fundamental de diálogo, intercâmbio de experiências de vida e compromisso pastoral e social, na ótica da ecologia integral.

Através do olhar amoroso, cuidadoso e esperançoso, trabalhou-se com os jovens os seguintes temas: Aproximação às realidades amazônicas, Juventudes na Panamazônia, Espiritualidade Ecológica e Arte e Mística amazônica. Realizaram-se diversas oficinas práticas e conectadas com a vida que, a partir de metodologias interativas, promoveram o aprofundamento da Carta Encíclica do Papa Francisco – Laudato Si’, da REPAM, do bioma amazônico e das expressões artísticas que fazem um resgate dos elementos amazônicos.

Os participantes conheceram ainda três espaços de vivência de fé transformadora: a Casa de Apoio às Crianças Filhas de Migrantes, no bairro São Geraldo; a comunidade indígena Paxiubal, no bairro Monte das Oliveiras, e; o Movimento Comunitário Vida e Esperança (MCVE), que realiza trabalhos sociais com jovens e adolescentes da periferia, no bairro Terra Nova.

Os jovens sentiram-se motivados a multiplicar as experiências vividas no Seminário para os grupos de jovens de seus países e a buscarem uma maior articulação para o trabalho em rede. Em meio a tantas atrocidades vividas na Amazônia, as juventudes buscam ser sinal de esperança e luta pela defesa da vida dos povos, culturas e biodiversidade presente no território amazônico.

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