Acompanhar a vida e missão dos jovens que vivem em diversas realidades do território panamazônico

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Em Manaus/AM  foi feito o Seminário Caminhos Amazônicos de Formação (CAF),  no Centro de Treinamento Maromba. Mais de 30 jovens de sete países da Panamazônia participam da atividade. A pluralidade de culturas e idiomas – português, espanhol e inglês – enriquece os debates e as partilhas entre os participantes.

O objetivo do projeto é acompanhar a vida e missão dos jovens que vivem em diversas realidades dos países que compõem o território panamazônico, além de ser instrumento fundamental de diálogo, intercâmbio de experiências de vida e compromisso pastoral e social, na ótica da ecologia integral.

Os participantes do Seminário Caminhos Amazônicos de Formação (CAF)   eles entraram na mística de aproximação das realidades amazônicas. A Equipe Itinerante – grupo que visita muitas realidades da Amazônia, gerando e conectando processos formativos inculturados, através de dinâmicas que mostravam as riquezas e as ameaças dessa importante parte do Planeta e o papel das comunidades em sua defesa.

O grupo visitou o Museu Seringal – Vila Paraíso. Atravessaram o Rio Negro, apreciando sua paisagem. Conheceram muitos aspectos históricos do ciclo da borracha, um período de relevância para a região incluindo a “escravidão branca” a que eram submetidos os seringueiros.

Os participantes do Seminário Caminhos Amazônicos de Formação (Manaus/AM) mais uma vez entraram na dinâmica do olhar cuidadoso, vivenciando durante o dia a dimensão da “Espiritualidade Ecológica”.A oficina interativa sobre o “Evangelho da Criação”, partindo da Bíblia para a contemplação da Criação divina: a mãe natureza com todos os seres vivos. Realizou-se também, junto com os estudantes de Teologia do Instituto de Teologia Pastoral e Ensino Superior da Amazônia (ITEPES), uma reflexão sobre a Ecoteologia.

Como experiência eles tiveram a oportunidade deN conhecer três espaços de vivência de fé transformadora: a Casa de Apoio às Crianças Filhas de Migrantes (haitianos e venezuelanos); a comunidade indígena Paxiubal, no bairro Monte das Oliveiras; e o Movimento Comunitário Vida e Esperança, que realiza trabalhos sociais com jovens e adolescentes da periferia.

O momento serviu também para os jovens fazerem memória dos mártires que tombaram em seus países em defesa da vida na Amazônia e de seus povos.

 

 

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